quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Farmácias Holon ajudam mais de 1.000 utentes no controlo do hipotiroidismo

Mil cento e quarenta e dois utentes com hipotiroidismo foram acompanhados pelas profissionais de saúde das Farmacias Holon, no âmbito da campanha de sensibilização ‘PODE SER DA TIROIDE’. Inserido no projeto “A Intervenção Farmacêutica no Hipotiroidismo”, 80 utentes foram encaminhados para consulta médica e 146 pessoas para Consulta Farmacêutica, Serviço de Nutrição e Serviço de Dermofarmácia Holon. Em causa está um possível não controlo da patologia.

“Os nossos farmacêuticos Holon têm efectuado encaminhamentos no âmbito do projeto, que se devem, sobretudo, a um possível não controlo da patologia.

Normalmente, durante o atendimento/aconselhamento, os utentes mencionam alguns sinais e sintomas que nos levam a encaminhá-los para outros níveis de intervenção, nomeadamente para os serviços farmacêuticos e complementares, uma vez que consideramos que poderão ter um valor acrescentado no controlo e atenuação dos mesmos.

No âmbito do serviço de nutrição, por exemplo, são encaminhados utentes que mencionam, sobretudo, sintomas como a obstipação ou o aumento de peso, enquanto que o serviço de dermofarmácia poderá ser uma mais-valia nas situações de problemas relacionados com a pele, cabelos e unhas”, explica Joana Brito, responsável pelo projeto.

A campanha “Pode ser da Tiroide”, em parceria com a Merck S.A., pretende alertar e sensibilizar a população para os sinais e sintomas do hipotiroidismo, de forma a contribuir para o diagnóstico precoce e adesão à terapêutica.

O projeto decorre até ao final do ano, em 97 farmácias, de norte a sul do país.


Farmácias Holon ajudam mais de 1.000 utentes no controlo do hipotiroidismo publicado primeiro em https://saudebemestar.com.pt/

“Hipoglicemia. Uma já pode ser demais”

Sabia que mais de 3 em cada 10 pessoas com diabetes tipo 2 a fazer insulina comunicaram a ocorrência de hipoglicemias num curto período de tempo e 6 em cada 10 episódios não foram tratados adequadamente? Quando não são devidamente detetadas e geridas, as hipoglicemias podem ter um impacto negativo na qualidade de vida das pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2 e podem trazer complicações de saúde que aumentam o risco de morte cardiovascular.

As hipoglicemias mais graves são as hipoglicemias noturnas, que ocorrem quando as pessoas com diabetes e os seus cuidadores não se apercebem do que está a acontecer e podem pôr a sua vida em risco. As hipoglicemias resultam de uma baixa concentração dos níveis de glicose (açúcar) no sangue que pode ser provocada por erros na alimentação, utilização de alguma medicação oral para a diabetes ou excesso de insulina, exercício físico não programado e sem suporte alimentar e/ou consumo excessivo de álcool.

As hipoglicemias são a segunda maior causa de ida às urgências hospitalares das pessoas com diabetes em Portugal, cerca de um milhão. Ao mesmo tempo, os custos associados ao seu tratamento são significativos. O tratamento de uma hipoglicemia grave tem um custo superior a 1.450 €/episódio.

A 11 de dezembro é lançada a campanha “Hipoglicemia. Uma já pode ser demais”, da qual Paula Serraninho é um dos rostos. Paula já viveu muitos episódios de hipoglicemia, alguns chegaram mesmo a deixá-la em coma e teve até uma hipoglicemia que a deixou consciente, mas paralisada durante cerca de 10 horas. Nos primeiros tempo após o diagnóstico de diabetes tipo 1 tinha os sintomas habituais de hipoglicemia, como suores, tremores, dificuldade da concentração ou confusão mental, mas hoje em dia só medindo os níveis de glicemia é que se apercebe se está em hipoglicemia (abaixo dos 70 mg/dl).

Ema Carvalho (enfermeira com diabetes tipo 1), Isabel Videira (que vive com diabetes tipo 2) e Emiliana Querido (professora com diabetes tipo 1) são outros 3 rostos desta campanha, que pretende sensibilizar as pessoas com diabetes, familiares e toda a sociedade civil para os perigos das hipoglicemias. Para Ema, por exemplo, os sintomas mais desagradáveis da hipoglicemia são o formigueiro nos lábios e a confusão mental. “Sabemos que estamos cá, mas é como se perdêssemos o controlo do que queremos fazer o que faz com que por vezes tenhamos reações que aos olhos dos outros parecem de histerismo”, ouve-se no seu testemunho. Já Isabel revela que quando tem uma hipoglicemia sente o corpo a tremer, apesar de isso não ser visível aos olhos dos outros. Isabel tenta lidar com tranquilidade com a diabetes, mas tem a preocupação de controlar bem a sua glicemia, pois está bem ciente das consequências da diabetes descontrolada. Emiliana diz que as hipoglicemias têm um grande impacto na sua vida, pois demora algum tempo a recuperar e fica bastante abatida e com fraqueza, o que acaba por ter um impacto no seu dia-a-dia e no trabalho, enquanto professora.  Outro testemunho é o de Pedro Loureiro, para quem uma hipoglicemia nunca é igual à outra e que sente os episódios de hipoglicemia como tendo um hipopótamo gigante a cair sobre si.

Todos os doentes que dão o seu testemunho nesta campanha de sensibilização têm o cuidado de alertar as pessoas à sua volta sobre o perigo das hipoglicemias e os procedimentos a adotar para as corrigir. Esta campanha é uma iniciativa da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP), da Federação Portuguesa de Associações de Pessoas com Diabetes (FPAD), da Sociedade Portuguesa de Diabetologia (SPD) e da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia Diabetes e Metabolismo (SPEDM), com o apoio da Novo Nordisk.

Para saber mais sobre esta campanha, sobre as hipoglicemias e conhecer outros testemunhos de pessoas com diabetes e profissionais de saúde pode visitar o site https://www.umajapodeserdemais.pt onde encontra vídeos com testemunhos de doentes e profissionais de saúde.

 


“Hipoglicemia. Uma já pode ser demais” publicado primeiro em https://saudebemestar.com.pt/

Segredos de uma boa digestão

A alimentação típica da época natalícia é propícia à ocorrência de indisposições gástricas, como enfartamento, indigestão e azia, entre outras. Para evitar estes transtornos, é fundamental escolher bem os alimentos, comer sem pressas e adotar algumas atitudes. Saiba quais.

 

Indigestão é um termo que se utiliza para descrever qualquer incómodo que ocorre no tubo digestivo. Este conjunto de perturbações pode ter muitas causas: por vezes, produz-se depois de uma refeição copiosa, como muitas daquelas que ocorrem nesta época do ano; outras vezes, devido à soma de vários fatores – angústia, stress –, que se somatizam no estômago; e, noutros casos, surge quando ingerimos um determinado alimento.

Tendo em conta que uma correta digestão é a peça-chave no quebra-cabeças da saúde, seguem-se algumas soluções para as cinco perturbações digestivas mais frequentes. Paralelamente, há algumas atitudes que convém pôr em prática, pois também elas contribuem para uma melhor digestão e, consequentemente, para o prazer que se retira daquilo que se come.

Antes de comer

  • Adote uma postura direita, que evite a compressão do estômago. Mas, não coma de pé.
  • Procure usar roupa larga, que não a aperte na cintura.
  • O ambiente deve ser relaxante, sem ruídos estridentes.
  • Esqueça-se dos problemas, durante a refeição.
  • Se possível, coma em boa companhia, para se sentir relaxado.

Durante a refeição

  • Leve o tempo necessário para comer. Uma refeição não deve durar menos de 20 minutos, nem mais de 40.
  • A refeição deve ser ligeira: evite as gorduras em excesso.
  • Mastigue lentamente cada pedaço: a digestão começa na boca.
  • Levante-se da mesa antes de ter a sensação de estar cheio.
  • Evite os alimentos de difícil digestão, embora este conceito seja algo vago, porque a tolerância depende de cada pessoa.

Depois de comer

  • Depois de uma grande jantarada, é preferível dar um passeio a pé, em vez de ficar sentado no sofá, a ver televisão.
  • Quanto ao hábito de dormir a sesta, não convém fazê-lo logo após a refeição: é melhor esperar uns 15 minutos. Há quem, depois da sesta, desperte como novo, enquanto outros não conseguem evitar a sensação de peso. O mais sensato é fazer aquilo que o próprio corpo dita.

Leia o artigo completo na edição de dezembro 2019 (nº 300)

 


Segredos de uma boa digestão publicado primeiro em https://saudebemestar.com.pt/

Objetivo 2020: perder peso!

Mais um ano está a chegar ao fim e vários são os objetivos projetados para o próximo. Será que é desta que vai conseguir perder os quilinhos que tem a mais e iniciar a prática regular de exercício físico?

 

Todos os inícios de ano, é habitual surgirem novas promessas de mudança. O provérbio mais repetido é: “Ano Novo, Vida Nova” e eis que nos enchemos de coragem mais uma vez, para tentar segurar as rédeas das nossas vidas. Ganhamos um novo fôlego e dizemos: “É este ano que…”. Não é verdade?

Na alimentação, este pensamento é, muitas e muitas vezes, traçado. E surgem declarações de intenção, como: “A partir de janeiro, inicio uma dieta e vou ter mais atenção com o meu corpo” ou “vou começar por isto…” ou “vou fazer aquilo…”. E a conclusão de tantos preparativos é, quase sempre, a mesma: não fazermos nada! Por isso, no ano que vai entrar, arregace as mangas e cuide mais de si, assim como da sua alimentação.

Sabe se tem excesso de peso e/ou gordura?

Comece por avaliar a sua relação peso/altura. A equação do índice de massa corporal (IMC) é simples, assim como a medição da circunferência da cintura (também chamada de perímetro da cintura). O IMC consiste em dividir o seu peso pelo quadrado da sua altura em metros. O índice varia de 18,5 a 24,9 para um peso saudável, 25 a 29,9 para pré-obesidade, e acima dos 30,0 para os diversos graus de obesidade.

Já em relação à circunferência da cintura, não requer contas, ou seja, os valores devem ser inferiores a 80cm para o sexo feminino e 94cm para o sexo masculino. A medida é feita na linha abaixo do umbigo. Valores que estejam acima do referido são indicadores de risco de doenças cardiovasculares. Vale a pena lembrar, também, que a equação do IMC não leva em consideração a composição corporal e, se aplicado a um indivíduo muito musculado ou a uma mulher grávida, o/a consideraria obeso/a. Mas para indivíduos “normais”, traduz bem o risco de obesidade.

Os valores médios e considerados saudáveis, para o sexo masculino, são de um IMC igual a 22 e, para o sexo feminino, um IMC igual a 20,5, mas é de lembrar que até aos 24,9 é saudável.

Muitas vezes, deparamo-nos com um IMC normal e uma percentagem de gordura elevada, isto é, os famosos “pneuzinhos”. A estas pessoas os nutricionistas chamam de “falsos magros”. Neste caso e em qualquer outro, tanto para perder peso e reduzir a massa gorda como para aumentar a massa muscular, é fundamental, além de uma correta alimentação prescrita por um nutricionista, a prática regular de exercício físico, preferencialmente orientada por profissional de educação física.

SAUDÁVEIS OPÇÕES ALIMENTARES

A alimentação deve ser um prazer. Devemos olhar a alimentação como a arte de bem nutrir, ou seja, fazer boas e saudáveis opções alimentares, estando especialmente atento à qualidade daquilo que se come.

Um dos conselhos fundamentais é organizar a alimentação tal como se organiza o trabalho e cumprir os horários da mesma forma. Afinal de contas, comer bem é tão ou mais importante do que trabalhar. Precisamos de estar com boa saúde para ter um bom rendimento no trabalho.

Por isso, é preciso reduzir a ingestão de açúcares e também estar atento aos alimentos com gordura, como gelados, sanduíches com molhos, salgadinhos de massas folhadas (pastéis, tartes, empadas, etc.), enchidos, bolachas recheadas, biscoitos amanteigados, carnes gordas, batata frita, entre muitos outros alimentos. Pode comer de tudo, mas sempre com moderação.

Outro erro comum é comermos demasiados hidratos de carbono. Quando este nutriente não é utilizado para fornecer energia, vai servir para a produção de gordura nos adipócitos, ou seja, vai reforçar as reservas já existentes. O ideal é comer com moderação apenas um hidrato de carbono nas refeições principais e evitar fazer misturas, como, por exemplo, batata cozida com grão-de-bico ou batata frita com arroz cozido.

Para manter o organismo a funcionar corretamente e para que este permaneça saudável, é preciso comer três ou quatro peças de frutas por dia, incluir pelo menos uma refeição com um cereal integral (pão integral, aveia, arroz integral ou massa integral), acompanhar sempre as refeições principais com uma salada variada de vegetais e com legumes cozidos.

Pratique, no mínimo, 45 minutos de atividade física por dia. Se não tem forma de praticar num ginásio ou numa piscina, faça uma caminhada contínua ou intervalada. Faça refeições multicoloridas, beba entre 8 a 10 copos de água por dia, o equivalente a 1,5 a 2,0 litros, evite os refrigerantes, os sumos em pó e as bebidas com gás, coma carnes brancas e peixe, várias vezes durante a semana.

Para aumentar a massa muscular

E para quem quer aumentar a massa muscular? Em primeiro lugar, é preciso recordar que o aumento da massa muscular só acontece a médio/longo prazo e a utilização de anabolizantes traz, normalmente, prejuízos e riscos à saúde, podendo até levar, de forma indireta e discreta, à morte do indivíduo.

É importante evitar tudo o que sejam gorduras e não deixar de comer hidratos de carbono antes do exercício, de preferência os de baixo índice glicémico. Após o exercício, deve incluir-se algum tipo de alimento com hidratos de carbono e proteínas: pão com queijos magros e fiambre de peru, ovo cozido sem gema, pedaços de frango cozido, um batido proteico pobre em gorduras.

Um erro bastante comum é o indivíduo pensar que necessita de ingerir muitas proteínas. E isso é um engano! Um ligeiro aumento na ingestão já é o suficiente.

Em caso de dúvida, deve sempre consultar um nutricionista, para a prescrição de um plano alimentar estruturado e receber conselhos sobre que tipo de suplementos deve tomar.

Leia o artigo completo na edição de dezembro 2019 (nº 300)

 


Objetivo 2020: perder peso! publicado primeiro em https://saudebemestar.com.pt/

Natal saudável

A época natalícia é um verdadeiro atentado à alimentação saudável e, ainda mais, a qualquer regime de emagrecimento ou de manutenção do peso. Mas não desespere nem desista já da dieta! Siga os nossos conselhos para um Natal saudável.

 

Frutos secos, doces tradicionais e bebidas natalícias cremosas e calóricas unem-se nesta quadra para nos fazer aumentar uns quilos e estragar a correção alimentar que tentámos manter nos últimos meses. Esta não é, decididamente, a melhor altura para começar um regime alimentar diferente. E é, também, a altura em que muitas boas intenções ficam pelo caminho, interrompidas pela fartura natalícia.

Em vez de desesperar, pense que esta é uma época em que são permitidos alguns (pequenos!) pecados gastronómicos, imediatamente seguidos da decisão de Ano Novo de seguir uma alimentação saudável e equilibrada.

ALIMENTOS CARREGADOS DE CALORIAS

Durante todo o ano, portou-se bem, comeu umas boas saladas, muita fruta, grelhados e cozidos. De repente, dezembro está aí com o tradicional aparato de chocolates, bombons, nozes, amêndoas, avelãs e toda a panóplia de frutos secos e cristalizados, dos vinhos generosos e espumosos, do bacalhau e do peru cobertos de deliciosos molhos… carregados de calorias. Isto para não falar nas filhós, rabanadas, arroz-doce, aletria e os milhentos doces de Natal que enchem as mesas, com um verdadeiro abuso de fritos.

Para sobreviver ao Natal com elegância, o mais difícil é conseguirmos manter-nos afastados das guloseimas, mas não é impossível.

MODERAÇÃO É A PALAVRA DE ORDEM

Manda a tradição que no Natal as mesas estejam sempre postas e cheias de doces da época, nozes e frutos secos. É fácil passar, parar e petiscar. Muitos dos quilos a mais são conseguidos desta forma. A moderação é a palavra de ordem nesta altura. Pode comer de tudo um pouco, tendo muita atenção à quantidade que ingere.

O melhor é mesmo evitar os chocolates, os doces de Natal fritos e os frutos secos. A tentação é grande e não é fácil escolher uma comida saudável em detrimento de uma fabulosa rabanada, mas pode misturar na mesa de acepipes fatias de cenoura crua e de pepino, espargos, aipo e fruta fresca, de preferência bagas, como uvas, framboesas, amoras e mirtilos.

Abuse da fibra

Comece o dia com um bom pequeno-almoço de cereais ricos em fibra. À refeição, em vez de encher o prato de batatinhas assadas cheias de molho, ponha uma boa porção de salada ou legumes cozidos, temperados com azeite e vinagre. Também pode optar por legumes salteados com azeite e alho. Faça dois terços do seu prato à base da salada ou legumes e apenas um terço com carne ou peixe, de preferência sem molho. Mas se não conseguir resistir ao molho, coma uma boa porção de salada verde antes, para diminuir a absorção de gorduras.

Cuidado com as bebidas

Tal como a doçaria, as bebidas natalícias tendem a ser carregadas de calorias. São normalmente vinhos generosos, bebidas doces e cremosas, espumantes e cocktails apetitosos. Este tipo de bebidas é fatal para qualquer dieta, portanto, passe o dia a beber muita água e guarde as bebidas alcoólicas para as refeições. Dê preferência ao vinho tinto ou branco em quantidades moderadas e sem misturar com outro tipo de bebidas. Se não conseguir resistir ao licor especial, beba um copo de água por cada cálice de bebida.

Doces e álcool não combinam!

Não é só o peso que sofre com os doces e as bebidas alcoólicas. O fígado também é sobrecarregado, além de que esta combinação ajuda a manter o álcool no organismo durante muito mais tempo. O fígado tem mais dificuldade em metabolizar o álcool depois de se comer muitos doces, porque este órgão dá prioridade à absorção do açúcar, fazendo com que o álcool se mantenha disponível no organismo durante mais tempo.

Portanto, se passou o dia a comer chocolates e arroz-doce, fique a saber que as bebidas do jantar vão manter-se durante mais tempo no seu sangue, antes de serem eliminadas pelo fígado.

Queime as calorias

Só porque é Natal não significa que tenha de alterar todas as suas rotinas e deixar de fazer aquele passeio a pé, tão importante para a sua saúde e boa forma. Não só pode como deve manter essa rotina, porque andar a pé é uma boa forma de queimar as calorias acumuladas com os petiscos.

Por isso, lembre-se de dar um passeio a pé. Pode até desafiar a família e os amigos para caminharem consigo, indo a pé até ao café mais distante da sua casa, por exemplo. Fica a ganhar com o exercício e a companhia de quem gosta, ao mesmo tempo que saboreia o café do dia.

E lembre-se que o Natal são dois dias, não são duas semanas e muito menos um mês. Mesmo que abuse e ande a pecar durante quatro dias, depois é hora de parar e voltar à sua alimentação saudável e equilibrada.

Leia o artigo completo na edição de dezembro 2019 (nº 300)


Natal saudável publicado primeiro em https://saudebemestar.com.pt/