terça-feira, 7 de abril de 2020

5 dicas para um cabelo saudável durante a quarentena

Tome nota das seguintes dicas sobre como tratar do seu cabelo em período de confinamento.

 

Pelo Dr. Carlos Portinha, coordenador clínico do Grupo Clínico Saúde Viável; especialista em Medicina Geral e Familiar e Pós Graduado em Medicina Estética.

 

Os tempos desafiantes que vivemos pedem-nos recolhimento e cuidados acrescidos. Nesta luta contra a COVID-19, que é um dever de todos, a permanência em nossas casas, cuidando dos nossos e precavendo a multiplicação de focos de contágio, implica profundas alterações nos nossos hábitos de vida. Práticas de trabalho e de exercício físico, rotinas alimentares e de cuidado pessoal, estão a sofrer mudanças radicais. Mas há que manter o foco e manter os cuidados necessários à nossa saúde. O cabelo não é exceção.
Apesar de não estarmos a submeter o cabelo a agressões externas (como poluição, sol, etc.), tal não significa que outros agentes não o possam enfraquecer. Declarado o Estado de Emergência em Portugal, a maioria dos portugueses não consegue recorrer a serviços e tratamentos especializados, com os salões de cabeleireiros e centros de bem-estar encerrados.
Porque garantir a saúde do nosso cabelo é tão importante como cuidar da nossa pele ou ter uma alimentação saudável, deixamos algumas dicas para tratar e cuidar do seu cabelo durante estas semanas de quarentena.
1. Lave o cabelo diariamente. De um modo geral, é aconselhável lavar o cabelo diariamente, porque como qualquer outra parte do corpo, ele fica sujo todos os dias. Esta lavagem diária é especialmente recomendada para as pessoas que são propensas a seborreia (gordura no cabelo). No entanto, quem tem cabelo seco podem optar por lavar o cabelo em dias alternados.
2. Penteie-o todos dias, corretamente. Assim como os psicólogos recomendam, por questões de saúde mental, criar rotinas diárias que impliquem vestir uma roupa específica durante o dia e não permanecer de pijama, psicologicamente também é importante pentear o cabelo diariamente. Quando se trata de saúde capilar, isso é especialmente recomendado para pessoas que têm cabelos longos. Mas é necessário pentear corretamente para não danificar o cabelo. É aconselhável usar pentes grossos, e ao escovar deve tomar como ponto de partida a raiz do cabelo e o acabamento nas pontas, sem pentear um grande número de vezes na mesma zona (entre 10 ou 20 passagens) e sempre antes de dormir. Nos casos em que o cabelo está emaranhado, é aconselhável desembaraçá-lo antes de entrar no chuveiro, já que se o fizer depois o resultado é um cabelo mais emaranhado e que, portanto, sofrerá ao desembaraçar.
3. Se tiver de pintar o cabelo, use produtos com corantes vegetais. Não sendo aconselhável cortar ou pintar o cabelo em casa, mas sim recorrer a especialistas, o estado de exceção que vigora não permite outra alternativa. Se tiver de o fazer, nomeadamente no que diz respeito à aplicação de tintas, procure produtos com corantes vegetais que tenham o menor número de produtos químicos e que impliquem o menor dano possível ao couro cabeludo.
4. Hidrate o cabelo para o proteger da luz artificial. Não podendo usufrui dos espaços ao ar livre, passamos longas horas expostos à luz artificial dos nossos computadores e da iluminação caseira. Naturalmente, isto tem impacto na saúde do nosso cabelo. Da mesma forma que este tipo de luz produz uma mudança na aparência da pele, adotando uma cor amarelada e baça, também o couro cabeludo pode refletir uma aparência mais sem brilho do que o habitual. Por esse motivo, pode ser necessário, nesses casos, a aplicação
de óleos, principalmente em cabelos secos, após serem expostos à luz artificial durante tanto tempo. Assim, a hidratação do cabelo é essencial.
5. Cuide da sua alimentação e não se exceda nos doces. Os “assaltos ao frigorífico” são muito comuns em alturas de maior ansiedade, sendo mais fácil cair na tentação de doces ou alimentos não saudáveis. Lembre-se de que o excesso de doce é prejudicial à saúde e ao cabelo, pois o açúcar produz andrógenos, o que pode causar queda de cabelo. É importante criar um hábito alimentar saudável, levando em consideração que os
alimentos mais adequados são aqueles que contêm proteínas de origem animal ou vegetal (ovos, carne, etc.) que fornecerão ao corpo e, portanto, ao cabelo os nutrientes essenciais para o seu fortalecimento, como Vitamina B12, magnésio ou zinco.


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Uso inadequado de cloroquina e a necessidade de proteção aos doentes reumáticos

A utilização de hidroxicloroquina e de cloroquina no contexto da pandemia COVID-19 tem vindo a ser divulgada nos órgãos de comunicação social como uma potencial hipótese terapêutica. Tendo em vista a necessidade de proteção dos doentes reumáticos, o Colégio de Reumatologia da Ordem dos Médicos (CEROM) e da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) emitiram uma posição conjunta.

 

1. A Hidroxicloroquina é actualmente utilizada em diversas doenças reumáticas inflamatórias sistémicas, nomeadamente no Lúpus Eritematoso Sistémico (LES), Síndrome de Sjögren , Artrite Reumatoide entre outras. É um fármaco essencial no controle destas doenças graves, incapacitantes e potencialmente fatais se não forematempada e adequadamente tratadas. A manutenção regular da medicação é essencial para que não se verifiquem agudizações da doença subjacente, pelo que deverá ser garantido a estes doentes o acesso a esta terapêutica.

2. A Cloroquina foi retirada do mercado português há alguns anos, numa decisão unilateral do INFARMED, sem contributo para tal decisão do CEROM ou da SPR;

3. Existe uma necessidade, reiteradamente expressa ao INFARMED, do redimensionamento das embalagens de Hidroxicloroquina, dos 10 comprimidos actuais, para embalagens de 30 ou 60 comprimidos, mais compatíveis com a sua utilização em patologias crónicas. A existência de tais apresentações, teria minimizado de forma radical a actual conjuntura de acesso limitado e de rotura de stocks deste medicamento, reduzindo a possibilidade dos Doentes Reumáticos a ele não terem acesso;

4. A EMA, agência europeia do medicamento, publicou dia 1 de Abril de 2020 um Comunicado reforçando que a utilização da Hidroxicloroquina e Cloroquina no contexto da Pandemia COVID-19 deveria ser limitada ao contexto de Ensaios Clínicos ou de Protocolos nacionais validados. Reforçou ainda a necessidade da manutenção da utilização destes fármacos nos doentes crónicos que deles necessitam, sublinhando a exigência de que a sua prescrição não deve ser aumentada (em termos de número de embalagens) para além do estritamente necessário em cada momento clínico.
Existe uma preocupação por parte do CEROM e da SPR, comum à EULAR (European League Against Rheumatism) que se possa assistir, no contexto de espectativas infundadas no âmbito da Pandemia COVID-19, a uma prescrição indiscriminada e exagerada destes fármacos, sem quaisquer critérios clinicamente definidos, a qual irá comprometer a assistência aos Doentes Reumáticos, no contexto da necessidade imperiosa de manter a sua medicação de forma continuada e estável, mas também a sua disponibilidade para potenciais situações (específicas e com critérios definidos clinicamente) de necessidade de utilização hospitalar destes medicamentos no contexto da infecção COVID-19.

Em face do exposto, vêm o CEROM e a SPR propor:
1. Bloquear temporariamente a disponibilização da Hidroxicloroquina na farmácia
comunitária a doentes que não o faziam anteriormente, mantendo a sua disponibilidade
a quem já o tomava de forma crónica (mediante prova de receita prévia);
2. Dispensar a cada doente o número de embalagens ajustadas para esta situação
temporal e os constrangimentos da regra do isolamento social (exemplo: 2 meses de
tratamento);
3. Exigir em caso de dúvida a apresentação de declaração médica justificativa de indicação
para Doença Reumática crónica, com a qual o fármaco deverá ser dispensado com
prioridade ao doente que a apresente;
4. Restringir a utilização deste fármaco no contexto da Pandemia COVID-19 dentro de
critérios e recomendações estritas e precisas, fora da sua utilização massiva e
indiscriminada pela população, tentando potenciar a sua utilização por quem dele
realmente necessita – os Doentes Reumáticos, e potencialmente alguns Doentes
infectados pela COVID (mediante critérios clínicos);
5. Se tente aumentar a disponibilidade deste fármaco no mercado nacional, promovendo
acções que visem potenciar o stock nacional dos mesmos;
6. Considerar a actual situação como paradigmática duma necessidade futura de se rever
e incrementar o dimensionamento da embalagem de apresentação terapêutica, tendo
em conta a cronicidade das patologias que estão subjacentes á sua utilização clínica, e
visando gerar uma reserva estratégica que melhor defenda todos os doentes que dele
necessitam.


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Principais preocupações dos portugueses são saúde, desemprego e crise financeira

O projeto PsiQuaren10 do ISPA – Instituto Universitário, coordenado pela Professora Ivone Patrão, está a desenvolver um estudo sobre o impacto psicossocial da quarentena nos portugueses. Trata-se de um estudo evolutivo, com a apresentação de resultados semanais. Os resultados desta segunda semana da quarentena revelam que até agora 55% dos participantes sentem-se preocupados com o futuro da atividade, sendo o desemprego a situação mais reportada, seguida de preocupações financeiras.

As três preocupações atuais mais identificadas são: a saúde (contágio, exposição e evolução negativa da doença), o desemprego e a crise financeira. Ao nível do impacto psicossocial, 58% sente que a quarentena perturbou muito as suas rotinas; 35% sente que a quarentena tem perturbado muito o seu sono e 16% sente que necessita de apoio psicológico para lidar com a quarentena. Ao nível do impacto emocional 51% sentem-se muito ansiosos, 37% sentem-se exaustos; 35% sentem-se irritados e 28% sentem-se muito deprimidos.

Totalizando até à data 317 participantes, 38% destes indicam que sentem mais conflitos familiares agora do que antes da quarentena e na questão do tempo passado online, 85% das pessoas referem agora passar mais horas na Internet.

As maiores necessidades durante a quarentena são o convívio social, a manutenção ou existência de rotinas/ocupação do tempo e preocupações com o exercício físico, saúde e/ou alimentação.

O projeto PsiQuaren10, com o objetivo de acompanhar os portugueses durante a quarentena, ganhou forma nas redes sociais (Facebook e Instagram). Com esta iniciativa pretende-se fazer uma intervenção psicossocial de curta duração, num momento de crise, promovendo o bem-estar durante e após a quarentena por Covid-19.

O estudo, desenvolvido online, tem por objetivo identificar as necessidades e preocupações dos portugueses para melhor ir ao seu encontro. Além da informação veiculada nas redes sociais de promoção de estratégias para lidar com a situação atual, os utilizadores poderão também contar com consultas online, cumprindo as normas da Ordem dos Psicólogos Portugueses e sendo talhadas às facilidades de acesso de cada um.

 

 


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“Trans-Formação” em tempo de COVID-19

A H-Executive acaba de desenvolver um programa de intervenção com o objetivo de treinar e preparar um grande número de colaboradores para as competências necessárias à manutenção da motivação e produtividade em situação de teletrabalho.
Face a todos os desenvolvimentos nacionais e internacionais relacionados com a COVID-19, são vários os encerramentos de escolas e universidades, empresas e organizações. No entanto, existem setores que não podem suspender as suas atividades, estando obrigados a ativar planos de contingência e colocar os seus trabalhadores a trabalhar a partir de casa.
Esta situação não está isenta em desvantagens, o que gera nas empresas e organizações um elevado nível de stress pela incerteza no impacto da produtividade, podendo ainda representar nos trabalhadores fatores com o isolamento, a desmotivação, dificuldade na gestão de tempo, dificuldades de concentração, entre outros.
O programa desenvolvido tem como tema “A importância da CRIATIVIDADE em tempos difíceis e incertos. Como manter a motivação, a disciplina e a organização dos meus colaboradores em situação de teletrabalho?” O objetivo do programa passa, essencialmente, pela preparação dos colaboradores par as competências necessárias à manutenção e produtividade do trabalho a partir de casa. A principal preocupação é manter ou desenvolver, nos colaboradores fatores como:
– Auto-motivação;
– Auto-disciplina;
– Competências emocionais adequadas a um trabalho mais isolado;
– Flexibilidade e espírito de inovação;
– Capacidade de manter a socialização com a família e amigos;
– Saber identificar e «combater» alguns vícios que se podem desenvolver.

Trata-se de um programa curto, intensivo e “cirúrgico”, totalmente feito on-line, sendo que já se encontra a ser testado e desenvolvido com dois parceiros da H-Executive.

Para mais informações acerca do programa, visite o site da H-Executive ( https://ift.tt/2Xdspbf )


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sexta-feira, 3 de abril de 2020

Recomendações da Sociedade Portuguesa de Cardiologia

A Sociedade Portuguesa de Cardiologia elaborou e acaba de divulgar um conjunto de recomendações destinadas a toda a população, no âmbito da pandemia por pelo vírus SARS COV-2 (doença COVID-19).

 

Na presenta data, a SPC sustenta as seguintes posições:

 

  1. Os doentes portadores de doença cardiovascular significativa (DCVS) (cuja gravidade deve ser definida pelo médico ou equipa médica assistente) constituem um dos grupos em que a doença COVID-19 apresentou maior mortalidade. Além disso, os doentes com DCVS são mais vulneráveis para contrair infeções virais.

A SPC RECOMENDA AOS DOENTES COM DOENÇA CARDIOVASCULAR SIGNIFICATIVA A SUA PERMANÊNCIA EM CASA, REDUZINDO AO MÍNIMO INDISPENSÁVEL OS CONTACTOS COM O EXTERIOR.

 

 

  1. TODA A MEDICAÇÃO PARA DOENÇAS CARDIOVASCULARES DEVE SER TOMADA SEM INTERRUPÇÃO.

DE FORMA ESPECIAL ALERTA-SE PARA O PERIGO DE SUSPENDER MEDICAMENTOS QUE ATUAM NA COAGULAÇÃO DO SANGUE (antiplaquetares e anticoagulantes). Não existe qualquer evidência de influência negativa da medicação na doença COVID-19 ou da infeção viral na medicação. O cancelamento de consultas programadas e a dificuldade atual de acesso aos serviços, deve fazer antecipar a caducidade das receitas de forma a evitar roturas.

Mesmo situações crónicas como hipertensão arterial ou insuficiência cardíaca podem descompensar se a medicação for interrompida

 

  1. Apesar da recomendação de permanecer em casa, o aparecimento de sintomas agudos como dor intensa no peito ou falta de ar súbita o pedido de socorro não deve ser atrasado pelo perigo de agravamento da situação, que pode ser irreversível ou deixar marcas importantes no coração.

PERANTE DOR INTENSA NO PEITO, FALTA DE AR SÚBITA OU PERDA DE CONSCIÊNCIA (contacto através de alguém próximo), DEVE LIGAR-SE O 112 Todas as Unidades de Intervenção cardíaca continuam operacionais no país.


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Covid-19: Health Cluster Portugal cria soluções de monitorização, apoio técnico e e-learning

 

Uma pulseira que permite a monitorização digital, nas suas casas, de pessoas diagnosticadas e/ou suspeitas de infeção por SARS-CoV-2 (Covid-19), a criação de uma central de apoio técnico e de suporte à utilização de ventiladores, e uma plataforma de e-learning que disponibiliza conteúdos sobre Covid-19 para profissionais de saúde.

Estas são três soluções criadas pelo Health Cluster Portugal (HCP), através da sua rede temática Smart Health Network, para dar resposta à pandemia. Os projetos, que já estão a ser desenvolvidos no terreno, envolvem start-ups e empresas nacionais, parceiros internacionais, instituições de i&d e hospitais.

O objetivo é apoiar o esforço e a dedicação dos profissionais de saúde no combate à Covid-19 usando o know-how, experiência e conhecimento nos domínios das tecnologias médicas e de saúde digital dos associados do HCP.

Covidmonitoring – Monitorização digital à distância

Esta solução permite a monitorização digital de indivíduos diagnosticados e/ou suspeitos de infeção por SARS-CoV-2, a Covid-19, nas suas casas, através de uma pulseira que monitoriza remota e localmente diferentes parâmetros do utilizador: temperatura, nível de saturação de oxigénio, frequência cardíaca, variabilidade do ritmo cardíaco, frequência respiratória, nível de atividade física e ciclos de sono. Esta plataforma integra esta informação com a de outras aplicações de recolha de dados epidemiológicos gerando alertas mediante o estado clínico do indivíduo. Estes alertas, assim como os parâmetros medidos, são disponibilizados em formato de relatório gráfico aos médicos de família e de saúde pública para que possam realizar a vigilância ativa dos casos.

Este projeto está a ser promovido pelo Health Cluster Portugal em parceria com Centro de Medicina Digital P5, HealthySystems, CINTESIS, TonicApp, Promptly, 2CA-Braga, Centro Hospitalar Universitário São João, Medtronic e Astrazeneca.  

CovidVentilSupport – esclarecimento e apoio à distância na utilização de ventiladores

A utilização eficaz e segura dos equipamentos de ventilação mecânica invasiva, que se prevê necessária em cerca de 5% dos casos da Covid-19, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, requer recursos humanos adequadamente habilitados e treinados, num processo que pode ser longo e exigente. Em Portugal existem equipamentos de diversos fornecedores e as recentes aquisições e/ou doações ao Serviço Nacional de Saúde de novos equipamentos, dificultam a rotatividade de utilização destes por profissionais de saúde devidamente habilitados. Este projeto prevê a criação de uma central telefónica de âmbito nacional para apoio técnico e de suporte à operação destes equipamentos, sustentada por clínicos especialistas nesta área. Esta linha permitirá reencaminhar de forma semiautomática as chamadas dos clínicos que estão a operar os equipamentos para o médico de apoio disponível e com as valências específicas em determinado equipamento, previamente identificado na bolsa de profissionais a ser constituída. Numa primeira fase, a iniciativa será implementada no Centro Hospitalar Universitário São João e no Hospital de Braga, podendo ser estendida a todo o território nacional.

Este projeto é promovido pelo Health Cluster Portugal em parceria com Fraunhofer, Promptly, Centro Hospitalar Universitário São João, 2CA-Braga, Plux, Medtronic, HealthySystems.

CovidLearning – e-learning para formações rápidas em COVID-19

Este projeto permite dotar médicos/enfermeiros não especialistas, internos, ou de outras especialidades, de competências e conhecimento em procedimentos clínicos relativos à doença Covid-19. A solução irá utilizar uma plataforma de e-learning já existente e será dado acesso a todos os médicos e enfermeiros. Os conteúdos serão produzidos por uma bolsa de médicos/enfermeiros especializados em Covid-19 tendo sempre por base as diretrizes da Direção-Geral de Saúde.

Este projeto é promovido pelo Health Cluster Portugal, tendo como parceiros Centro de Medicina Digital P5, HealthySystems, CINTESIS, TonicApp, Promplty, 2CA-Braga, Centro Hospitalar Universitário São João, Medtronic e Astrazeneca.

De acordo com Joana Feijó, Diretora de Desenvolvimento de Negócio do HCP, “a pandemia tem criado uma pressão ímpar no setor da saúde, à qual o cluster tem respondido de uma forma concertada, com entreajuda e espírito empreendedor. São disso exemplo estes projetos que trazem novas soluções na luta contra o coronavírus, que o HCP promove através da sua Smart Health Network, que reúne entidades com atividade relevante nos domínios das tecnologias médicas e da saúde digital.”

 

Sobre o Health Cluster Portugal

O Health Cluster Portugal – Polo de Competitividade da Saúde (HCP) é uma associação privada sem fins lucrativos que reúne atualmente mais de 180 associados, incluindo instituições de I&D, universidades, hospitais, organizações da sociedade civil, e empresas das áreas da farmacêutica, biotecnologia, tecnologias médicas e serviços.


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acalma.online: nova plataforma de apoio psicológico por videoconsulta

O hub de empreendedorismo social da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Casa do Impacto, acaba de lançar o acalma.online, como resposta aos efeitos da pandemia COVID-19 na saúde mental. A plataforma oferece videoconsultas de apoio psicológico online e gratuitas para combater as dificuldades decorrentes do isolamento social e incerteza face ao futuro. Psicólogos podem-se inscrever para dar consultas.

 

No acalma.online qualquer pessoa pode ter acesso gratuito, e de forma intuitiva, a psicólogos clínicos devidamente treinados e obter apoio na redução de sintomas associados à situação que vivemos, como a ansiedade e a depressão.

Para beneficiar do serviço, deve-se:

  1. Aceder à plataforma e selecionar o psicólogo pretendido;
  2. Proceder à marcação (horário pretendido e informação pessoal);
  3. Uma vez confirmada, a consulta acontecerá na plataforma, na data combinada.

Cada videoconsulta tem a duração de 30 a 45 minutos e podem ser estendidas, caso o Psicólogo verifique essa necessidade.

A crise que atravessamos não se deve apenas à ameaça de contaminação. É também um desafio à nossa saúde mental quando confrontados com situações com as quais não estávamos habituados a lidar. Por isso aliámo-nos a quem detém o know-how, para oferecer uma ferramenta simples e disponível para todos, que promove o alívio do impacto negativo através de apoio psicológico especializado. O acalma.online quer mobilizar a sociedade para a importância da saúde mental com uma proposta de valor complementar às iniciativas que foram surgindo neste âmbito. ” explica Inês Sequeira, diretora da Casa do Impacto.

A plataforma acalma.online de apoio à saúde mental foi desenvolvida pela Casa do Impacto no âmbito do movimento Tech4COVID19, onde o Hub desafiou a startup de marcação de consultas online, Doctorino, e duas residentes, a Hug-a-Group e a ZenKlub, startups de impacto que já se dedicavam à saúde mental. A With Company é a responsável pelo branding do projeto e a Doctor Spin pela comunicação.

Na plataforma já se encontram mais de 30 psicólogos clínicos certificados pela Ordem dos Psicólogos prontos a apoiar pessoas afetadas pelas consequências da pandemia como o isolamento, o confinamento a um espaço, a adaptação a novos modelos de trabalho, o aumento do risco social, o impacto económico e o futuro imprevisível, por exemplo.

Os psicólogos inscritos são voluntários, o que confere a gratuitidade das consultas. Psicólogos clínicos com cédula ativa na Ordem dos Psicólogos interessados em fazer parte do projeto, receber formação e uma experiência em intervenção em situação de crise podem inscrever-se aqui.

Os psicólogos atuam segundo o Modelo de Intervenção em Crise, que consiste na criação de uma relação rápida e segura, e de forma não intrusiva, no apoio a necessidades e preocupações imediatas; no alívio imediato e estabilização da sintomatologia psicopatológica; no apoio na resolução da resposta desadaptativa ao acontecimento gerador de desorganização; na promoção de competências para resolução da situação desencadeadora de mal-estar e na promoção de competências para um crescimento pós-traumático, de forma a que as pessoas tenham um papel ativo na sua recuperação.

 

Sobre a Casa do Impacto: Fundada em 2018, a Casa do Impacto é um hub dinamizado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa que tem como missão impulsionar uma nova geração de empreendedores que estão a desenvolver modelos de negócio com impacto social e ambiental positivo, alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas. O espaço integra escritórios, co-work, atividades de formação e experimentação, e investimento.


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